sexta-feira, 29 de julho de 2016

ENFRENTANDO OS MEDOS

Às vezes eu sinto que pra ser livre eu não posso ter uma buceta, seios, as curvas de mulher que tenho, eu estranho meu corpo. Não é uma sensação nova, eu já a conheço. Mas há momentos em que ela têm surgido com muita força agora. A diferença é que em vez de retroceder e me esconder nas feminilidades de gestos, trejeitos, aparência e comportamentos em que me jogaram e me induziram a crer que era onde meu corpo cabia, eu a enfrento.

Ser livre é uma longa jornada.




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